Terça-feira, 18 de Janeiro de 2005

18 JANEIRO 1934

vidreiro1[1].jpg

Uma revolta. Um projecto desmedido. Mais obra de desespero de resistência que uma peça de mudança. De qualquer forma, um abalo no fascismo. E que abalo. Susto grande. Do mais genuíno e heróico entre as pedradas dadas nos cristais do regime.

Desde essa altura, Marinha Grande, como o Barreiro e Aljustrel, passaram a viver sob ocupação militar, missão atribuída à GNR (que, nesse tempo, ia ao Iraque cá dentro).

Uma data para lembrar. Homenageando os seus actores que, de armas em mãos de vidreiros, disseram não ao fascismo na nossa terra.
publicado por João Tunes às 17:10
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2 comentários:
De Werewolf a 21 de Janeiro de 2005 às 23:19
Gaffe tremenda, esqueci-me de referir a revolta da Marinha Grande nas efemérides do ACUSO! "1". Vou imediatamente tratar do assunto.
Abraço.


De IO a 18 de Janeiro de 2005 às 17:49
Aos do 18 de Janeiro e aos de Tainanmen, aqui deixo a minha respeitosa homenagem _ IO.


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